Carta zen 43 – ALICE E OS BURACOS NEGROS


Olá amigos,

Venho hoje para dizer que o que os cientistas chamam de singularidades, são os conhecidos buracos negros. Nada mais são que o caminho mais curto entre dois universos. Também são conhecidos como pontes de Einstein-Rosen ou buracos-de-minhoca.

Ficou muito conhecido como toca de coelho em função da história da menina Alice, que segue um coelho branco por sua toca até um mundo paralelo, onde as leis da física são viradas de cabeça para baixo.

Alice no país das maravilhas foi escrito em 1865, quando idéias sobre mundos paralelos e dimensões alternativas começavam a se espalhar nos círculos científicos.

Verdadeiros portais estelares, poderíamos aqui tentar compreendê-los sob a ótica da metafísica, e creia, para mim não é nada simples.

Quero apenas, aproveitando que temos hoje em cartaz um sucesso nas telas dos cinemas, mostrar uma realidade com a qual vivemos e, distraídos que somos, nem percebemos!

Alice no país das maravilhas é, sim, uma ficção, mas que usa como base, um conhecimento metafísico e nos mostra respostas para questões existenciais como: universos paralelos, viagem no tempo, existência de outras dimensões que interagem conosco. A viagem de Alice serve de modelo para o que poderíamos esperar se viajássemos por um buraco-de-minhoca. Talvez penetrássemos em outro universo ou dimensão muito semelhantes aos nossos; ou em um domínio absolutamente inimaginável, onde todas as leis conhecidas da física e do senso comum se desvaneceriam aos nossos olhos.

Então, façamos o pensamento inverso: assim como podemos atravessar para lá do nosso universo, então, quem está  lá pode vir para cá no nosso universo, certo?

Sabemos que, por documentos já liberados, que objetos voadores não identificados eram e ainda são levados muito a sério pelos governos de muitas nações.
Vários casos de OVNIs indicavam que esses veiculos não se originavam de nenhuma fábrica subterrânea secreta, mas de outro planeta, em outro universo ou possivelmente em outra dimensão. Se eles podem fazer, significa que, algum dia, nós também poderemos.
Muitos dos atuais físicos de vangarda estão sugerindo que “estamos no meio de uma ou mais civilizações extraterrestres” e que outras dimensões implicam a possibilidade de universos habitaveis bem perto do nosso. Eles chegam a especular que seria possível superar o obstáculo do limite da velocidade da luz se soubéssemos nos mover entre as dimensões, entrando e saindo delas.

Minha intensão aqui é dizer: Abram a mente, abram a consciência para a possibilidade de que existam outras formas de vida, outras dimensões, muito mais avançadas que a nossa, com domínio tecnológico surpreendente e que, afinal, a toca do coelho por onde Alice entrou e saiu à vontade (desde que mudasse sua sintonia), não seja tão ficção assim!

Um abraço a todos!

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