Carta zen 39 – KARMA E TERAPIA DE VIDAS PASSADAS


Meus caros amigos,

A palavra karma vem do sânscrito — Karmam.
E’ um termo religioso dentro das doutrinas budista e hinduísta que foi adotado no ocidente pela Teosofia, depois pelo espiritismo e agora pelos espiritualistas em geral, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências.

Na física, este termo equivale a uma lei: “Para toda ação, existe uma reação de força equivalente em sentido contrário.”

Sendo assim, podemos entender o Karma como uma lei que mostra que para cada uma das ações que desferimos, podemos esperar uma reação equivalente voltadas para nós. Se praticou o mal, então receberá o mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem, receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado.

Dependendo da doutrina e dos dogmas da religião discutida, este termo pode parecer diferente, porém sua essência sempre foca as ações e suas consequências. Como vamos então compreender esta lei dentro do processo evolutivo do ser humano?

Sabemos que o ser humano, em sua jornada na terceira dimensão, precisa basicamente adequar seus desejos aos desejos dos outros com os quais ele necessita coabitar.

Neste processo, ele se depara com a realidade e com a luta entre satisfazer a si mesmo em detrimento do outro. (Luta entre desejo e necessidade).

Quando o homem não aceita os limites e não aceita o sofrimento de abrir mão de seus desejos, ele pratica ações contrárias à sua necessidade de evolução, gerando para si uma energia que volta contra ele mesmo. Simplesmente porque estanca seu processo evolutivo.
Dizemos, então, que ele acumulou karmas.

Vejam: é muito importante que tenhamos esta visão pois há uma tendência a associar o karma a castigo divino ao invés de perceber o acúmulo energético dos atos equivocados que praticamos ao longo de nossa jornada evolutiva.

A lei que rege o todo, do físico ao espiritual, mantém a ordem evolutiva na qual estamos inseridos como parte do universo!

O Karma, portanto, não é formado apenas pelos laços negativos no homem. Mas por todo tipo de ligação.

Nossa mente, que é complexa, armazena nossas experiências no inconsciente, determinando nossos atos, mesmo quando temos conhecimento e sabemos (racionalmente) o que devemos fazer.

O inconsciente dita as regras de nossa vida emocional, mostrando-nos como de fato ainda somos e que portanto, submetidos à lei universal de ação e reação, mudamos mesmo sem perceber!

O inconsciente é formado de acúmulos kármicos, de histórias do passado mal resolvidas, determinando padrões ainda indesejados de comportamento.

A terapia de vidas passadas não é um procedimento esotérico. E’ a evolução das técnicas psicoterápicas, o instrumento atual, um facilitador de acesso ao inconsciente.

Caros amigos,
Um grande abraço.

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